Publicado por: rerekiki | fevereiro 4, 2011

Review – Final Fantasy 6


Estou aqui para falar do Final Fantasy mais completo que já joguei. Carisma, jogabilidade e enredo são os pontos fortes, enquanto ainda estou pra encontrar um ponto fraco nesse jogo. Estamos falando de Final Fantasy 6. O fim da era de ouro de Final Fantasy.


Enredo
O império está querendo tomar os espers, deuses no jogo(ou summons, se preferir), para poderem voltar a usar magia e dominar o mundo. No começo do jogo, vemos 1 mulher misteriosa com Biggs e Wedge, velhos conhecidos de quem joga os jogos da série. Eles estão indo para Narshe à procura de um Esper que foi encontrado. Chegando lá, acontece algo inesperado com a mulher misteriosa, Terra, que destroi tudo. Depois daí, começa de verdade o jogo.


Jogabilidade
O que dizer? Você pode escolher entre vários personagens, desde um príncipe galanteador a um Moogle. A variedade é grande, e para aprender magias e ter um boost nos status, você precisa “equipar” os Espers. Cada Esper te ensina habilidades diferentes, e de uma forma diferente. Há Espers que ensinam de maneira mais rápida ou mais lenta.
O jogo tem vários extras. Side-quests, mini-games, e até um sistema de multiplayer pra quem estiver jogando no SNES. Cada personagem tem seus comandos específicos, como os jobs de Final Fantasy 5. As escolhas são grandes.


Gráficos
Um dos melhores do SNES, esse é o jogo que se equipara a Chrono Trigger, considerado o melhor gráfico do console. Sprites bonitos e grandes, diferente de seus antecessores. Há alguns backgrounds que são de tirar o fôlego pra um jogo de SNES, normalmente postos em montanhas e cavernas.

Som
O que dizer? Mais uma obra de arte do famoso Uematsu. Há canção para todos os gostos, e minha preferida é Searching For Friends, que infelizmente não toca antes do meio do jogo.

Considerações finais
O que dizer? O jogo é simplesmente perfeito para aqueles que souberem ver a perfeição que é Final Fantasy 6: Um poço de história, gráficos e jogabilidade maravilhosos.

Enredo: 10
Jogabilidade: 10
Gráficos: 10
Som: 9.5
Nota final: 9.8

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Publicado por: bosinho | janeiro 31, 2011

Review: Final Fantasy 9


Final Fantasy 9 é nono titúlo da série para PSX, em 2000, bem no final da vida do PSX, apesar de ser um dos menos falados Final Fantasy, para mim é o melhor, juntando elementos de todas as eras da série.
De primeira, Final Fantasy 9 era para ser um Final Fantasy Gaiden, um game que faria uma homenagem a todos os jogos anteriores da série, desde Final Fantasy 1 até Final Fantasy 8, juntando tudo de bom em um jogo só, o jogo vendeu até 2002, teve um ótimo número de vendas, mas não agradou a fãs recentes de Final Fantasy pelo seu ar nostálgico. Agora, vamos ao Review

Enredo

O Enredo do jogo é fantástico, é a história de um grupo de ladrões misteriosos que querem sequestrar a princesa do reino de Alexandria, Garnet, que está em sua festa de 16 anos com sua mãe, a Rainha de Alexandria. Garnet é surpreendida por tal grupo de ladrões (e você é um deles, Zidane) e descobre que eles pretendem sequestra-la, o plano, indo por água a baixo, acaba ficando pior e pior, mas, aparentemente a princesa deixa vocês a sequestrarem propositalmente, e quando vocês estão quase conseguindo, as forças de Alexandria acaba com sua fuga, atirando na sua nave, e vocês acabam fazendo uma aterrissagem forçada numa floresta extremamente perigosa, a partir daí então, o enredo se desenrola maravilhosamente, com os personagens mais carismáticos possíveis.

Jogabilidade

A Jogabilidade do game é extremamente similar a os antigos jogos da série de Super NES/Game Boy Advance, cada personagem da história tem sua classe principal, mas não do jeito Final Fantasy 7 ou 8, que são Black Mages/White Mages/Blue Mages mais “futuristas” eu diria, as classes pegam as características das raízes da série, e implementam o sistema de habilidade parecido também com os antigos, e deixaram ela muito interessante: Você aprende habilidades pelo tipo de vestes e arma que você usa, por exemplo, Black Mages equipam cedros, que podem dar a eles a habilidade “Fire” e “Blizzard”, então você batalha, batalha e batalha com aquele cedro que tem Fire e Blizzard, ganhando AP (pontos de habilidade) que precisa para aprende-las. Assim, tem mais um estágio: depende do seu level se você pode colocar ou não as habilidades, caso você esteja level 5(exemplo), você tem 6(exemplo de nº também) pontos para usar na habilidade, e Fire custa 3 e Blizzard também custa 3, você equipa Fire e Blizzard, mas tem mais uma habilidade pra você equipar de 3 pontos, Thunder, você não pode equipar porque chegou no seu limite de habilidade, então vai upar mais e consiga mais 3 pontos de habilidade!

Gráficos

Os gráficos, acredita-se que chegou ao máximo de potência do PlayStation 1, lindas CG’s e gráficos in-game totalmente satisfatórios também, como sempre, a Square sempre caprichou nesse quesito muito bem, e não há do que reclamar.

Som

Já é de esperar que o game tenha um ótimo som, Nobuo Uematsu nunca nos decepcionou, e vem com ótimos faixas no game para não botar defeito, a música de batalha do game tem uma homenagem aos final fantasy’s antigos 16bits, e também tem ótimas faixas como “Assault of the Silver Dragons”, “The Place I’ll Return Someday” e a minha favorita “The Final Battle”

Considerações Finais

Como já disse, melhor jogo da série, mas para os jogadores recentes, o pior, o jogo tem uma ótima jogabilidade interativa e uma história bem funda com personagens extremamente carismáticos, recomendo altamente.

Enredo: 9.5
Jogabilidade: 9.0
Gráficos: 10.00
Som: 8.0
Nota Final: 9.0

Publicado por: alokarina | janeiro 31, 2011

Diorama – Silverchair

Diorama é o quarto álbum de estúdio da banda australiana Silverchair, lançado em 2002. Um álbum diferente do seus antecessores Frogstomp (1995), Freak Show (1997) e Neon Ballroom (1999); a banda mostra uma nova face. Com arranjos orquestrados e um vocal mais suave, afastam-se do grunge do início da carreira (na época, comparado a outras bandas, como Nirvana e Pearl Jam). A definição do cd acordo com o vocalista Daniel Johns é ”um mundo dentro de outro mundo”, e não há como discordar. Diorama reúne um ótimo instrumental e possui significados além de apenas uma música habitual. O álbum envolve inspirações vindas de musicais, trilhas sonoras e artes plásticas. Já as composições, foram feitas a partir de sonhos que Daniel teve.

Desde a faixa de abertura ”Across The Night”, que possui um clipe inspirado no cinema de 1900 até a última faixa apenas ao piano ”After All These Years”, o álbum mostra-se de qualidade. É visível o amadurecimento da banda, já que experimentam elementos novos e possuem mais convicção do que estavam fazendo. A banda possui uma sonoridade única, já que inova a cada álbum e não segue padrões. Com o passar dos anos, experiência de vida e da carreira permitiu à banda realizar um dos seus melhores discos.

Publicado por: rerekiki | janeiro 24, 2011

Review: Pokémon Gold/Silver/Crystal


Há dois tipos de jogadores. Aqueles que amam Pokémon, e aqueles que odeiam. Estou aqui para apresentar um dos jogos. Na verdade, três, pois Pokémon tem suas diferenças. Eu explicarei depois. Pokémon Gold, Silver e Crystal!


Enredo
Um garoto de 10 anos que mora em New Bark tem um trabalho a fazer: Buscar um ovo do Sr. Pokémon para entregar ao professor Elm. Neste caso, é lhe dado um dos três pokémons iniciais de Johto, o continente em que está: Chikorita, Cyndaquil ou Totodile. Com o ovo em mãos e caminhando para New Bark novamente, ele encontra um estranho garoto de cabelos vermelhos, que batalha contra o nosso pobre heroi. O garoto ganha, entrega o ovo ao professor Elm e começa sua jornada contra os líderes de ginásio, subsequentemente derrotando a Equipe Rocket. Um enredo um tanto ruim, sem muitas revira-voltas. É só um enredo, pra não deixar o jogo “sem nada”.


Jogabilidade
É aí que entra o ponto forte do jogo. Muitos monstros pra capturar(porém, você só carrega 6 no seu grupo), seus Pokémons evoluem em monstros mais fortes e aprendem novos golpes por isto. As batalhas são BEM fáceis, pois a IA(inteligência artificial) do jogo é pequena, pois não é o ponto forte do jogo, já que ele foi feito pra ganhar dinheiro(é um verdadeiro caça-níquel). Você pode trocar pokémons com seus amigos, apesar que hoje, quase ninguém tem Game Boy Color, muito menos fitas da série lançadas para o portátil. Pode batalhar com eles também, e até existem torneios específicos mundo a fora(para os jogos mais novos, como Diamond/Pearl/Platinum/Heart Gold/Soul Silver/Black/White).


Em GSC(Gold, Silver e Crystal), aparece o PokéGear, onde se registra a hora real, o rádio, o mapa e o número das pessoas que encontra pelo caminho, para poder remarcar batalhas. Em Pokémon Crystal, há uma adição que não tem nas outras: Você pode escolher uma garota. E a Battle Tower, à esquerda de Olivine.


Gráficos
Para um jogo de portátil, Pokémon GSC tem bons gráficos, bem coloridos, e o detalhe dos Pokémons nas batalhas é bem chamativo. Na apresentação do jogo, onde aparecem os três lendários que representam o jogo, é bem bonito para um jogo de Game Boy Color.

Som
Não tem músicas apelativas, mas há algumas que pegam e grudam na sua cabeça. O tema da Elite 4 é bem tenso, e a música de batalha pode ser enjoativa para outros, mas para mim, é muito boa.

Considerações finais
Pokémon GSC é, pra mim, o melhor trio de jogos da série Pokémon(sem contar com Mystery Dungeon, que posso fazer um review depois). Viciante, é um caça-níquel que faz bem seu papel: Viciar. Você pode se pegar jogando horas e horas quando quer subir o nível de seus bichinhos. A história não é boa, mas em compensação, o resto é bem divertido e compensa.

Enredo: 4
Jogabilidade: 9
Gráficos: 8.5
Som: 7.5
Nota final: 7.5

Publicado por: rerekiki | janeiro 22, 2011

Review – Final Fantasy 5

Final Fantasy 5. Para muitos, um grande jogo, para outros, jogo simples demais para levar o nome da grande saga de RPG ‘Final Fantasy’. É verdade sim que Final Fantasy 5 não tem a melhor das histórias(é uma complementação das histórias de Final Fantasy 1 e 3), mas a história não é o seu ponto forte.

Enredo
O jogo começa explicando a calamidade que aconteceu, que os quatro cristais estão prestes a estilhaçarem, e que o mundo será destruído se isto acontecer, enredo simples. Claro que, como um Final Fantasy, tem suas revira-voltas, e às vezes surpreendem, mas nada de outro mundo. Tudo começa com o rei Tycoon indo para o Wind Shrine ver o que está acontecendo, já que o vento parece estar bem fraco. Então, aparece uma garota de cabelo rosa, chamada Lenna. Eles conversam, então rei Tycoon parte para o Wind Shrine. Aparece então uma pessoa de cabelo roxo num navio pirata, e logo após, um velho numa caverna. Depois disso tudo, o grande aventureiro protagonista aparece, com seu chocobo, Boco, aparecem numa floresta e um meteoro cai perto de onde estão. O protagonista e Boco vão ver o que acontecera, e é aí que começa Final Fantasy 5 de verdade.

Jogabilidade
E é aí que está o ponto forte do jogo: A jogabilidade. O jogo é muito simples, mas por trás da simplicidade, vem o seu maior extra: Os jobs. O sistema de jobs foi implementado em Final Fantasy 3, mas é em Final Fantasy 5 que ele se mostra algo interessantíssimo: Você libera os jobs conseguindo os cristais espalhados pelo mundo, e esses jobs têm level. Quanto maior o level job(você aumenta o level do seu job ganhando AP, Ability Points, derrotando monstros), mais habilidades desse job você aprende, e os status primários quando sobe de nível. No fim do jogo, o jogo te dá muitas side-quests para fazer, todas com ótimas recompensas. Você tem a chance de montar um time que poucos têm, a variedade de jobs é grande!

Gilgamesh, o vilão mais épico de FF.

Batalha
A batalha é instintiva. As escolhas que você toma não são complexas, e a dificuldade do jogo não é simplesmente assustadora, os iniciantes não terão tempos difíceis com o jogo. O jogo também é bom para aqueles que querem começar a jogar um RPG simples. Algo que eu não gosto muito é a ATB, Active Time Battle. Isto é: Batalha de tempo ativo. Com isso, temos uma barra ao lado dos status dos personagens nas batalhas, e elas se enchem. Quando estiverem completas, você tem um turno, e pode fazer tudo o que quiser. Você tem a opção de que os inimigos te ataquem enquanto faz decisões como atacar, ou se não quiser, também pode.

Gráficos
Dos 3 ‘FFs’ de SNES, FF5 é o que tem gráficos menos polidos para sua época. Os sprites dos personagens são mal feitos no mapa. Final Fantasy 5 não tem os melhores gráficos de SNES, e perde feio para muitos outros RPGs do console.

Som
Final Fantasy 5 tem músicas memoráveis. Lenna’s Theme, Ahead On Our Way e, principalmente, Clash On The Big Bridge(quem já jogou o jogo, sabe o porquê. Gilgamesh ftw :P). No quesito som, não deixa a desejar. Tem músicas nostálgicas para os saudosistas, bonitas e agradáveis, e tem músicas de ação ótimas. A música de batalha não enjoa, foi muito bem feita pelo mestre Uematsu, compositor das trilhas de Final Fantasy. Uma das melhores trilhas sonoras da saga, na minha opinião.

Considerações finais
Final Fantasy 5 não é o melhor dos Final Fantasies, mas não é o pior. Na minha opinião, o melhor dos Final Fantasies originais(de 1 ao 14), fez-me dar boas risadas, com um clima um tanto descontraído às vezes, e tenso em outras. A história não é das melhores, os gráficos também não, mas de resto, é um jogo ótimo. Recomendado para quem gosta de RPGs! E deixo aí a imagem do antagonista mais épico da história de Final Fantasy:

Badass!

História: 7.5
Jogabilidade: 10
Gráficos: 7
Som: 9
Nota final: 8.5

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