Publicado por: thiagobass | janeiro 22, 2011

Voltamos

É isso mesmo, o blog tá de volta à ativa, com novas pessoas, mas mantendo a qualidade de antigamente.

Bom, é só isso aguardem novos posts, até!

Publicado por: gabrielcj | janeiro 11, 2010

Final Fantasy XII

Por ser o último game da série no PlayStation 2, Final Fantasy XII foi aguardado ansiosamente pelos fãs, que esperavam um grande jogo. Ao ser lançado em outubro de 2006, esses fãs puderam ver que o jogo correspondeu às expectativas, mostrando que mesmo após todo esse tempo e tantos jogos, a série ainda tem muito gás, conseguindo sempre inovar.

História

Final Fantasy XII se passa no mundo de Ivalice (o mesmo de Final Fantasy Tatics e Vagrant Story). Dalmasca, um pequeno reino, está prestes a ser dominado pelo enorme império de Archadia. Quando o rei de Dalmasca é morto, uma guerra se inicia e muitas pessoas acabam morrendo. Por fim, Archadia sai com a vitória e o reino de Dalmasca é conquistado. Dois anos depois, conhecemos Vaan, um jovem ladrão que vive nas ruas de Rabanastre, uma cidade de Dalmasca. Reks, seu irmão mais velho, foi morto na guerra e Vaan acha que o Império, que agora domina o reino, é um inimigo que engana o povo. Numa noite, o rapaz invade o palácio para roubar e acaba encontrando Ashe, princesa dada como morta e que perdeu seu marido na guerra, Fran e Balthier, que são piratas dos ares e Basch, que é considerado traidor por matar o rei. Junto com Penelo, que já era amiga de Vaan, eles partem para descobrir os segredos do império.

A história não é tão envolvente quanto a de Final Fantasy X, nem tem personagens tão carismáticos e marcantes como os de Final Fantasy VII, mas em compensação o jogo tem uma jogabilidade muito boa e que não cansa, novidades e muitas, muitas quests.

Gambits

No jogo, você começa controlando apenas Vaan, mas posteriormente você conhecerá novas pessoas que entrarão para o seu grupo. Você controlará apenas um personagem e os outros serão comandados pelo computador. Então, você poderá usar os gambits, que são nada mais do que ordens para os seus companheiros. Você determina a ordem e o que precisa acontecer para que o seu companheiro a faça. Por exemplo: Ally HP < 50% (Cure) fará com que o personagem cure um aliado que está com o HP abaixo de 50%. Mas se a ordem de cura estiver abaixo da ordem de atacar, o personagem só vai curar o seu companheiro após derrotar todos os inimigos, aí provavelmente seu companheiro já vai estar morto. O jogo não começa com todos os Gambits liberados, você terá que comprá-los na Gambit Shop. Para colocar um Gambit, você precisará de um slot. Se você tiver apenas 4 slots liberados num personagem, esse personagem terá apenas 4 Gambits. Para ter novos slots, você terá que adquiri-los no License Board. É dele que falaremos agora.

License Board

O License Board é parecido com a Sphere Grid de Final Fantasy XII. Ele é como um grande tabuleiro de xadrez que cada personagem do seu grupo tem. Neste tabuleiro, existem slots que servem como licença para usar determinado item ou realizar uma ação. Na parte de cima do tabuleiro estão mágicas, técnicas, acessórios, slots para gambits e buffs para os personagens. Na parte de baixo estão todos os equipamentos usados pelos personagens: espadas, lanças, machados, adagas, armas de fogo, escudos, armaduras, entre outras coisas. Você pode comprar as armas, armaduras, acessórios e mágicas pelas lojas, mas sem as licença do License Board, você não poderá usá-las. Para adquirir a licença de um equipamento, você terá que compra-las usando os License Points (LP). Para conseguir LPs, é preciso apenas matar monstros. Cada monstro te dará uma quantidade de LP ao ser derrotado (exceto os chefes). Os monstros mais fáceis te darão poucos LPs, e os mais fortes de darão mais. O jeito mais fácil de conseguir LP é fazendo as Hunts (caçadas à monstros especiais e mais fortes) e matando os monstros raros, pois eles são os que dão mais LPs ao serem mortos. No começo do jogo apenas alguns slots estarão disponíveis para compra. Para liberar os bloqueados, você terá que comprar uma licença que estiver ao lado de um slot bloqueado. Ao comprar esta licença, o slot ao lado, antes bloqueado, estará liberado, e assim vai. Por exemplo: se você comprar um slot que está cercado de slots bloqueados, você irá liberar os slots que estão acima, embaixo, à esquerda e à direita do slot comprado. Uma boa combinação é usar o Embroidered Tipper (acessório que dobra a experiência ganha) nos personagens “titulares” e o Golden Amulet (acessório que dobra a quantidade de LPs ganhos) nos personagens reservas, pois os reservas ganham LPs mesmo sem lutar, mas experiência, não.

Jogabilidade

Em Final Fantasy XII, o velho e tradicional sistema de batalhas por turnos foi substituído por um novo sistema mais legal e rápido. Não existe mais divisão entre a tela do mapa a de batalha, nem batalhas aleatórias, como antigamente; agora, enquanto você estiver andando pelo mapa, você poderá ver os monstros e atacá-los sem precisar mudar de tela, podendo se mover livremente. Apertando X ou Quadrado, a barra de opções da batalha aparecerá e você poderá determinar as suas ações e as de seus companheiros (mágicas, técnicas e ataques). Ao selecionar a ação, uma barra no canto da tela ao lado do nome do personagem começará a encher, e quando terminar, a ação será realizada.

A câmera do jogo é muito boa e não atrapalha, mas você vai se acostumar a se perder nos mapas, principalmente quando o minimapa estiver borrado, “fora do ar”, como acontece em alguns lugares.

Os Summons estão presentes em FF XII como Espers. Você irá adquirir alguns os derrotando ao longo do jogo, outros são opcionais, mas não deixam de ser batalhas difíceis. Infelizmente, não são tão úteis como em FF X e quase não os usamos nas batalhas.

Grande parte de jogo está presente nas side-quests. Rare Monsters são monstros raros que ás vezes você encontrará por acaso andando pelos mapas, já outros precisam de alguma condição para aparecer. São 80 monstros raros, que normalmente são fortes e rendem bastante experiência e License Points, além de itens especiais para vender no Bazaar e construir armas especiais. Também tem as Hunts, caçadas especiais que você pode fazer ao aceitar a caça vendo o pedido nos quadros presentes nos bares das cidades e conversando com a pessoa que fez o pedido. Conversando com Montblanc você também pode fazer Hunts especiais. Ao todo, são 45 Hunts, grande parte é bem difícil (inclusive um monstro com incríveis 50 milhões de HP). Há também muitos minigames, como o de pesca, procura às galinhas, ajudar pessoas e muitos outros.

Sons e Gráficos

A trilha sonora do jogo não é muito boa, mas também não atrapalha. A trilha sonora de Rabanastre, por exemplo, é dispensável. Já a dublagem dos personagens é muito bem feita, chegando às pessoas terem diferentes sotaques dependendo da região que vem.

Os gráficos são muito bem trabalhados, todos os cenários e personagens têm texturas muito bem feitas. Com FF XII, é provável que se tenha atingido o máximo da potência dos gráficos no PlayStation 2. Para variar, as CGs estão perfeitas, principalmente as naves e as cidades.

Conclusão

Muitas side-quest e minigames, centenas de horas de jogo, sistema de batalha inovador e viciante, gráficos incríveis… Final Fantasy XII com certeza está entre os maiores RPGs já feitos e é um dos melhores da série.

Nota: 9,5

Gabriel “CJ”

Publicado por: LucasKun | janeiro 7, 2010

Sonic the Hedgehog

Bom, irei falar sobre o mascote da SEGA, Sonic the Hedgehog, um dos personagens mais conhecidos do mundo dos games, e que encantou milhares de jogadores. Nessa matéria irei falar sobre os seus melhores momentos no clássico Mega-Drive, onde na minha opinião, foi o video-game que possuiu os melhores títulos de Sonic.

Vamos começar com Sonic the Hedgehog (1991).

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Na década de 90, quando a disputa de Nintendo e Sega era uma verdadeira guerra no mundo dos games, Nintendo conquistava a todos com seu mascote, Mario, o encanador bigodudo. A Sega não tinha seu mascote, até tentou investir em Alex Kidd, mas o jogo não correspondeu as expectativas dos usuários. A Sega então investiu em um jogo rápido, chamado Sonic the Hedgehog, um ouriço azul com uma velocidade incrível.

Enredo

Sonic the Hedgehog é um jogo com um enredo bem simples. Você controla o personagem principal, Sonic, que pretende deter o plano de um cientista maluco que apareceu onde ele vivia. Esse homem, chamado Dr. Robotnik, captura inúmeros animais da floresta e os prende em Badnicks, que abrigam os animais dentro deles. Sabe-se também que ele quer se apoderar das Esmeraldas do Caos, com um poder misterioso, que diz dar muita energia ao seu portador.

Jogabilidade

Os comandos são bem simples, visto que Sonic só irá pular e girar nesse jogo. Apertando A ou B, ele irá pular, derrotando os inimigos que tem pela frente. Quando você estiver com bastante velocidade, aperte para baixo e ele ira girar, outro modo de derrotar inimigos também.

Gráficos

Os gráficos são muito bons para a epóca do jogo, fases coloridas, que passam de lugares naturais, como florestas, ou lugares mais urbanizados. Tem uma grande variedade de cenários, mudando bem o aspecto do jogo, sendo que um cenário é sempre bem diferente do anterior.

Som

As músicas desse jogo são extremamente lindas, dando uma harmonia com o cenário que você está. Ponto bom é que nenhuma ficou enjoativa, você ouve e ainda gosta de ficar com elas na cabeça.

Fases

O jogo possui ao total 7 fases e os estágios especiais, onde você pegará as esmeraldas. Cada fase tem uma dificulade intermediária, nem muito difícil mas também não são tão fáceis. O jogo não é tão longo, pode terminá-lo com poucas horas.

Sonic the Hedgehog cumpriu o papel, sendo um bom adversário contra Mario. Deste jogo surgiu também um personagem que um dia se tornaria um dos mais carismáticos personagens de video-games.

Eu dou nota 10 para esse jogo, sendo o primeiro jogo do ouriço, ele conseguiu inúmeros fãs, e não deixou nada a desejar. É uma boa opção para todos os tipos de jogadores, garanto que agrada a todos.

Enredo: 10.0
Jogabilidade: 10.0
Gráficos: 10.0
Som: 10.0
Fases: 10.0

Nota Final: 10.0

Sonic the Hedgehog 2 (1992)

O sucessor de Sonic the Hedgehog teve uma adição em especial: uma raposa chamada Miles “Tails” Prower. Ele estará no jogo desde a primeira fase, e será o companheiro de Sonic o jogo inteiro. Apesar de confundirem as vezes, não é “a” Tails e sim “o” Tails, assim como confundem Sonic com um porco-espinho.

Enredo

As misterios Esmeraldas do Caos estão de volta, agora existindo 7. Neste jogo, o portador do segundo controle pode controlar Tails, para ajudar Sonic. No enredo não há muita inovação. Após o fim do primeiro jogo, Dr. Robotnik não se deu por vencido e voltou novamente, raptando os animaizinhos da floresta. A diferença é que agora ele constriu uma fortaleza especial para ele, chamada Death Egg, além de uma cópia metálica do Sonic.

Jogabilidade

Sonic agora terá a habilidade do Spin Dash, onde após você se abaixar, aperte várias vezes A/B/C e Sonic irá pegar velocidade. Quanto mais apertar, mais velocidade. Servirá para destruir alguns inimigos ou subir determinadas partes. Além disso, as habilidades do primeiro jogo também estão presentes.

Gráficos

Os gráficos de Sonic 2 são, de certa forma, bem superiores aos de Sonic 1. Os sprites são bem renovados, além dos cenários ter uma mais definição em detalhes.

Som

As músicas novamente são perfeitas, harmônicas com o cenário. Em questão de sons, não há muito o que avaliar nos games de Sonic, visto que fora as músicas há apenas o barulho do pulo ou dos inimigos destruídos. Mas não deixa nada a desejar as músicas, totalmente lindas.

Fases

Uma grande inovação de fases, agora contando com 11 fases, mas algumas com diminuição de atos. A maioria contém 2, sendo que 1 delas contém 3 atos e 3 delas um único ato. Nada que deixe o jogo muito comprido, irá levar algumas horas à mais para zerar. Mas para ver o verdadeiro final, precisará das 7 Esmeraldas do Caos.

Bom, antes de dar as notas, irei falar sobre algumas coisas interessantes de Sonic 2, que muitos jogadores devem conhecer…

Sonic 2 = Sonic CD

Bem, isso é uma idéia bastante interessante. Sonic CD é um jogo que foi lançado para Sega CD, só que foi lançado após Sonic 2. Só que, mesmo assim, ele adota os sprites e a paleta de cores de Sonic 1. Talvez esse sim seria a continuação de Sonic 1, visto que nele não há a participação de Tails também, e as fases são muito parecidas com Sonic 1. É um mistério, talvez tenha sido abandonado por não caber no cartucho de Mega Drive, e assim foi lançado mais tarde para Sega CD.

Estágios Deletados

Deixaram alguns vestígios então de Sonic 2 = Sonic CD. Na versão final de Sonic 2, ao acessar o Sound Test, existe uma música não existente no jogo. É a música de Hidden Palace, um estágio que era pra existir em Sonic 2, mas que por algum motivo foi deletado do jogo. Sonic 2 foi produzido pela Sega of America, enquanto Sonic CD pela Sega of Japan. Em Sonic CD, você faz viagens no tempo, em todas as fases que você passa. Pelo que se sabe, Sonic 2 talvez estaria trabalhando com isso, e na sua versão BETA deixou vestígios, veja:

Genocide City, Wood Zone, Hidden Palace. Essas são as fases que sabemos que foram deletadas. Ao que parece, Sonic 2 foi feito às pressas para suceder Sonic 1, partindo do projeto de Sonic CD. A idéia era ter viagens no tempo, e essas 3 fases seriam o passado ou futuro de alguma, mas como isso não ocorreu elas foram deletadas. É uma pena, pois no meu ponto de vista, Hidden Palace é a fase mais bonita, além de sua música ser uma linda melodia aos ouvidos. Você pode acessar os destroços dela pelo game Sonic 2 Final, apesar de ser completamente impossível de jogar nela. Aí também vai uma dica: Um fan do jogo recriou essas fases, deixando elas totalmente jogáveis, sem nenhum erro. O jogo é o Sonic 2 no projeto final, apenas com as fases adicionadas. O nome é Sonic 2 Long Version, é uma dica minha aos fãs de Sonic 2 que querem curtir as fases perdidas!

Enredo: 9.5
Jogabilidade: 10.0
Gráficos: 9.7
Som: 10.0
Fases: 9.0

Nota Final: 9.6

Você pode entender mais sobre isso em sites específicos de Sonic, não abordarei muito o tema, visto que ainda temos mais um jogo para discutir…

E este, com certeza, o mais fascinante.

Sonic 3 & Knuckles (1994)

Perfeito! É isso que posso falar de Sonic 3 & Knuckles. Sonic 3 & Knuckles é uma junção de 2 jogos lançados para o Mega Drive: Sonic 3 e Sonic & Knuckles. Usando a tecnologia Lock-On de Sonic & Knuckles, você pode criar um novo jogo, que é o Sonic 3 & Knuckles, que contará com muitas fases agora.

Enredo

O enredo é bem estranho, pra falar a verdade. O enredo de Sonic & Knuckles parece ser o de Sonic 3, apenas com algumas coisas adicionadas, aí em Sonic 3 & Knuckles os 2 são juntados. Enredo não é um ponto bom, mas…

Jogabilidade

Isso sim, prático e bom como sempre. Controlando Sonic, Tails ou Knuckles, o jogo fica bem divertido. É o mesmo sistema dos jogos de antes, nada mais complicado.

Gráficos

Os gráficos são muito belos, com os sprites muito bem feitos e os cenários bem detalhados. Consegue superar facilmente os jogos anteriores.

Som

As músicas sempre inovando. Isso é o melhor, pois Sonic 3 & Knuckles tem músicas pra todos os gostos. Dando uma leveza e tranquilidade as fases, elas são indispensáveis. Dá-lhe Ice Cap Zone!

Fases

Há muitas fases nesse jogo, primeiro as de Sonic 3, e assim que elas acabam começam as de Sonic & Knuckles. Dá pra dizer que o jogo é dividido em 2 partes, uma para cada jogo, mas que se interligam. Novamente, para ver o verdadeiro final, você precisa das 7 Esmeraldas do Caos e das 7 Super Esmeraldas.

Enredo: 10.0
Jogabilidade: 10.0
Gráficos: 10.0
Som: 10.0
Fases: 10.0

Nota Final: 10.0!

É isso aí, esse jogo merece um 10 de todos, independente de quem é fã ou não, é um jogo surpreendente e que agrada a todos! Não desaponta em nenhum aspecto, é o melhor jogo de Sonic indicado por todos os fãs, para todas as pessoas!

Bom, aí está, a matéria sobre o bom e velho e Sonic clássico. Para jogá-los, você pode baixar um emulador de Mega-Drive e se divertir a vontade, por horas e horas!

Lucas-kun

Publicado por: Turista | janeiro 6, 2010

One Piece

One Piece é um Mangá que começou a ser publicado por Eiichiro Oda na revista Shonen Jump dia 4 de Agosto de 1997, virando Anime no dia 20 de Outubro de 1999 na Fuji TV. One Piece atualmente é o mangá mais vendido da história da Shonen Jump, superando Dragon Ball.
No Brasil o Mangá foi lançado pela editora Conrad e o Anime foi transmitido no Cartoon Network e SBT.
Na data em que estou escrevendo (06/01/2010) o Mangá já superou 560 capítulos publicados, e o Anime 430 episódios exibidos.

Prestes a ser executado, o Rei dos Piratas Gol D. Roger revela que deixou seu tesouro “One Piece” escondido em algum lugar da Grand Line (o maior oceano do mundo) e ele será de quem achá-lo. Então se inicia a Era dos Piratas, muitas pessoas se lançam ao mar com o objetivo de achar o tesouro e ser o novo Rei dos Piratas. No meio de tudo isso está Monkey D. Luffy, o da imagem acima, que faz uma promessa a um dos maiores Piratas do mundo, que um dia acharia o One Piece.
Mas um imprevisto acontece quando ele ainda era criança, sem saber o que era ele come uma Akuma no Mi (Fruta do Diabo, que da poderes especiais a quem as come) e ele se torna um Homem-Borracha, porém todos que comem essas frutas não podem mais nadar.

Quando Luffy completa 17 anos ele sai de sua cidade natal (Vila Fuschia) para encontrar uma tripulação e ir em direção ao One Piece. Graças ao Chapéu de Palha que ganhou do Pirata Shanks (o que ele fez a promessa de um dia achar o One Piece, como eu disse acima), Luffy fica conhecido como “Luffy Chapéu-de-Palha” e sua tripulação como “Mugiwara” (Chapéu de Palha em Japonês).

Partindo disso, uma história incrível se desenrola. A Grand Line que é onde a história se passa é um oceano cheio de segredos, bússolas não funcionam lá, de modo que todos os piratas e pessoas ali presentes devem conter um Log Pose, um equipamento que sempre aponta para a próxima ilha e a única escolha é segui-lo. Lá também existem diversos seres marinhos gigantes, que podem te atacar a qualquer momento. E claro, furacões, redemoinhos, tempestades e tudo o mais podem chegar sem avisar.

Porém na primeira temporada eles ainda não entram na Grand Line, ela serve apenas para apresentação dos 5 primeiros integrantes do bando: Luffy, Zoro, Nami, Usopp e Sanji. Tem algumas lutas, mostrando o estilo de cada um, e também mostra seus passados, que são tristes (como os de todos que vem a entrar no bando futuramente também). Eu gosto dessa temporada, mas o anime começa de verdade depois disso tudo.

Em um certo ponto, os Mugiwaras chegam a ultima ilha que tem antes da Grand Line, Loguetown, mais conhecida como “A Cidade do Começo e do Fim”, porque foi onde o antigo Rei dos Piratas Gol D. Roger nasceu e morreu. One Piece já era meu Anime preferido, mas depois de ver isso ele ficou na frente dos demais disparadamente. Nesta ilha ocorrem cenas épicas e conhecemos Smoker, capitão da marinha que presenciou a morte de Roger pessoalmente.

Depois de vários acontecimentos, os Mugiwaras fogem da ilha (que estava acontecendo uma tempestade) para ir em direção a Grand Line. Smoker decide ir atrás de Luffy e sua tripulação para os capturar, e assim o anime começa de verdade.

Conforme a história passa os personagens vão amadurecendo e ficando cada vez mais fortes, os traços do anime que no início eram fracos ficam cada vez melhores e o autor cada vez nos surpreende mais.

Quanto a trilha sonora, é simplesmente a melhor que eu já ouvi de todos os Animes que eu vi na vida (e duvido que ela perca essa “posição” algum dia)

Sim, eu sou fanática e imparcial.

Enfim, se você quiser ver um Anime bom e tiver tempo de sobra para ver todos os infinitos episódios, recomendo que vá agora ver One Piece, ele não tem o sucesso que tem a toa.

Nota Final: 10.00

Eduarda “turista”

Publicado por: GicooL | janeiro 6, 2010

Decida a minha vida.

Então, como o ser vivo que digitou as palavras que você está lendo nesse exato momento é um ser extremamente indeciso, ele precisa da opnião dos poucos leitores – amo vo6 s2.

Decida a minha vida, ó ser superior:

Entre estes álbuns que serão citados em seguida, sobre qual você quer uma review especial vinda deste ser arrogante que vos fala?

NTB

a) O overrated, porém clássico do punk rock: Nevermind The Bollocks, dos Sex Pistols.

N

b) Um dos álbuns mais importantes – ou o mais importante – álbum dos anos 90: Nevermind The Bollocks, do Nirvana.

FWN

c) O melhor disco da última década, segundo a minha suprema opnião: Favourite Worst Nightmare, do Arctic Monkeys.

TFBD

d) Um dos meus álbuns favoritos e o melhor do gênio: The Freewheelin’ Bob Dylan. Preciso mesmo dizer que é do Dylan?

É isso, meus caros agora é só votar comentando.

Ah, eu não gosto das enquetes que ficam aqui do lado. Eu odeio elas.

– Giovanna Nicola

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